Ela amanheceu.
Abraçou as arvores desviando dos traseuntes que indignados com aquela frieza primaria ao seu sorriso sempre contagiante.
Abraçou os cachorros vadios, os gatos nas lixeiras e deitou na grama olhando para o ceu brincando de esconder a retina do sol que lhe escondeu de volta seus raios, naquele dia.
O que tinha amanhecido nela, atravessou essa e outros desvio em olhar o tododia com as duvidas do que lhe causavam inchaço e silêncio ao sentidos.
Naquele dia, Ela.
E desviou.
E ensurdeceu.
Pode ser que sentindo muito o peito e forte vibra estranhou.
E logicamente tentou saber o que todos tinham.
E todos têm.
Mas quem até iria se importar,
se até ao vento seus cabelos poderia se enrolar?
Ela ama, e era lá.E era já.