domingo, 23 de agosto de 2009

Lá!

Ela amanheceu.
Abraçou as arvores desviando dos traseuntes que indignados com aquela frieza primaria ao seu sorriso sempre contagiante.
Abraçou os cachorros vadios, os gatos nas lixeiras e deitou na grama olhando para o ceu brincando de esconder a retina do sol que lhe escondeu de volta seus raios, naquele dia.
O que tinha amanhecido nela, atravessou essa e outros desvio em olhar o tododia com as duvidas do que lhe causavam inchaço e silêncio ao sentidos.
Naquele dia, Ela.
E desviou.
E ensurdeceu.
Pode ser que sentindo muito o peito e forte vibra estranhou.
E logicamente tentou saber o que todos tinham.
E todos têm.
Mas quem até iria se importar,
se até ao vento seus cabelos poderia se enrolar?
Ela ama, e era lá.E era já.