De um lado para o outro.
Do outro para ele mesmo.
Obedecendo o instinto do animal, aquele lá da sua espécie, ele a rodeava com sorriso terno, sem graça até,escondendo suas intenções na vibração e no aperto dos dentes.
Voltando sempre a cada passo, a cada fala, a cada nova decisão á demarcar e explorar o que pode compreender e o que surpreende nessa aproximação.
O peito explode e acalma e afrouxa.
Doma-se o impulso da destruição e agredisse na perseverança, na saciação daquilo que o atormenta.
Fermenta na loucura da objetividade e espanta rouco no desdém do silêncio.
Nem mais o salva.
Estás a esperar o encontro.
Não mais com Ela, o encontro onde ao toque dela, ele se tem.
Ele se tem.