Eles se aproximam como se o cio do animal que os une houvesse rompido.Não se nega a respiraçao altiva, os braços dormentes e mãos geladas.Mostrava pálidos e secos, os dentes. Mas ali, era os olhos que puxavam um a favor do outro.E o contra.A sincera torna-se.Expulso o halito a dor e o vácuo no momento que não se viam mais a distancia, a violencia é a consequencia natural.Pode ter sido um beijo ou um tapa sofrido.De uma e outra, naturais não voltariam a ser.Como poderiam? Do afeto por leis antes instalados, impostos em musculos, veias, arterias e ter tamanha solução apaziguadora e de bom os sentidos?A sentido de quem?Daquele que olha de fora, injuriado , enciumado, transtornado pelo tamanho da violencia que o acomete e o denuncia o não e está na suas entranhas e estranha o movimento, o só querer.Aquele que está no passo já não tem mais pensamentos ou mãos.A boca não sabe onde está o verbo denunciado.Naturalmente é o violento e silencioso movimento. Crê...era e se faz necessario apenas o movimento:voraz!
Repetida doses, repetida as maneira de se justificar a mordedura ríspida do senso, tanto bom era os dominios coletivos.Acomodava caricias, partidas e orações na espera do que tudo renegava.E repetia.Eles derretiam a alma na coerencia.Aproximaçoes de extaxes inventados e molduras de satisfação.Aceito o que não cabia o verbo, não cabia o fôlego, não cabia a saliva engendrada na coerencia dos fatos, e tambem extinguiu o silencio.E nada se fez.E o nada se fez.Pobre nada iria este fazer o quê aqui onde tudo não movia.Moveu distancias da covardia tamanha de não querer saber o que é.E era.É foi.