Ela lembrava da voz dele:locutor de rádio.
Tinha aquele sorriso malandro de quem sabia o que queria.
O dia era de festa.
As pessoas estavam na rua, era folia mas não era carnaval.
E ele foi ensinar o que ela não sabia que ia aprender.
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E lhe tomou os brincos com a boca dizendo a moça que iria guardar de recordação na sua estante, o trofeu que acabava de romper.