Eu conheci aquela menina na epoca das desculpas.
Era intragável.
Como se o mundo inteiro olhasse para ela e a perguntasse porque existia assim, perfeita.
E era.
Feita para o sonho de todos.Só não era do sonho dela.
E aonde estava?Ao intrágavel e ao arroto da vez.
Pois bem, era assim uma vez, não admitia-se que poderia ter tentado solucionar a equação na ponta do lápis.
Onde pele, saliva e corpos nunca se entendia muito bem friccionado de maneira paliativa, aos berros.
Era intragável a quem então?
Desconfio.
Das mãos escondidas, do proibido, do inasceitável se fez o encanto e se teve vida.
E não se é perfeita(não cabia na caixa, não dava para mostrar).
Da mesma mão se teve e se fez a morte e se negou, mulher.
E se foi inteira, e se assumiu mulher.
Ops, desculpa foi muito para ser tragado, perfeito e compreendido.
Não coube na caixa.
Acertou o poema, se fez verbo e se fez em vez de era de uma vez.
Ops, desculpas intragáveis.
Vão ter que viver assim...arrotando perfeitamente.
E a menina virou sapo, virou gato, virou lenda, virou poeira, virou mulher, virou cadela, virou...virou...o que ela quiz.