Amava os peixes, pescador
tinha casa, o mar e a sorte
e o destino que tudo lhe entrega
E se perdia em desesperos e incertezas nos silencios
não acreditava que era feliz
E morreu em vida
e perde sua sina, a vontade e de abandono
morreu de fome,
de tristeza olhando o mar
Mas amou demais que a própria vida
não soube agradecer a sorte do encontro
em cumprir sua funçao e sua lida
e se identifica com quem deverias matar
Virou seus olhos para o mar e perguntava
e morre um pouco todo dia
enche de areia o seu proprio lar
e já não sabes onde vive, desespera
os olhos de peixe-pescado, pescador
Escama suas dores por ter sido fisgado
não entregou sua alma e esvazia e se nega
de um amor desnecessario, morre
e não mata sua fome, de amor