sábado, 22 de agosto de 2009
Do domador, as feridas.
Tinha de certo um espaço amigavel para sobreviver.Agua abundade e comida sem exageros.O fisico lhe preenchia os olhos e as margens.E pleno da sua resistencia e ausências foram vários os feitos de domador.Cercava os dominios como quem exato soubesse dos ferros e propriedades.Conheceste as propriedades, as grades e os vãos.Não soube somente ler o silêncio, aquele estranho que brota do lado do centro das feras,de quem se deixa.Provem a fome, mas não o apetite.Provem a agua, mas não a sede.Cansas até o sono, mas não sabe fazer sonhar.Arrastou seus pés e seus olhos cada vez mais longe e mais, sempre mais, quem sabe para poder adjunto e firme fostes ao atravessar a vida e manter-se leve.Saber que possui,além dele mesmo, aprisionado o que tomas.Das feras que mantinha, escapa-se ao preço da morte.Mas este, sem submeter ao que desatado nó, perdeu oco e fostes só, na multidão de vários senhores, nunca dono, domador.