segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Eu juro

Sou inocente!

Quem me traiu foi meus sentidos.Formação de quadrilha.
Roubaram e tornaram cúmplices antes que eu pudesse perceber
e falar o não quero de sempre
Eles já tinham me usurpado.

Quem blefou foi minha razão.Estelionatario do desejo
Nunca pagou para ver.E ainda se achava o máximo do prazer.
Ponderas para ver sempre
Ela foi assassinada no segundo ato.

E a consciência hoje sorri para o mundo.
E apenas sorri.
De olhos e de corpo e de sentidos e de avaliação
E meu o saber de ser mais Feliz.
Mas eu juro, sou inocente violentamente!

(inciso 1: minha arma era tesourinha sem ponta e lápis numero 2. Recortava ideias, desfiz as amarras e fui rabiscando-me)