sábado, 18 de outubro de 2008

Pise 13/02/08

Que tudo a sorte e as Graças
deixo, solto
escorregue-se pela vida,
em tudo que jamais poderia-se prever

Não ando atras do tempo perdido
dou mesmo um novo sentido,
respondo que é amarelo,isso-esquisito
para tudo que agora não posso ver

Inventemos sem outra desculpa,até um outro tédio
que morra esse avesso paralítico
não tome a letra por saida
porque tudo e nada, que burros n´agua, pode crer

Não tente racionar um sentido
pise fundo, vire o disco
abandone-se á duvida
porque tudo isso é viver

(tirar o sapato, andar descalça na grama