Que tudo a sorte e as Graças
deixo, solto
escorregue-se pela vida,
em tudo que jamais poderia-se prever
Não ando atras do tempo perdido
dou mesmo um novo sentido,
respondo que é amarelo,isso-esquisito
para tudo que agora não posso ver
Inventemos sem outra desculpa,até um outro tédio
que morra esse avesso paralítico
não tome a letra por saida
porque tudo e nada, que burros n´agua, pode crer
Não tente racionar um sentido
pise fundo, vire o disco
abandone-se á duvida
porque tudo isso é viver
(tirar o sapato, andar descalça na grama